A febre amar-ela
Minha fé cura meu pé
não cura meu coração.
Já na terra atual, é negra a luz dos teus olhos.
Como preta é a pinta em seus olhos também negros,
dos também olhos que te olham
sem fé.
Chegou pequena, mínima, com candura no sorriso;
cresces mag(r)a em pérola; no largo secreto clarão
sem palavras.
Esta temperatura vem com a febre; e prossegue:
È minha;
não causal por ti,
é febre farta para ti.
Febre só de fé
não por quem passa
mas por quem, em febre, sonha.
- Um Amerelosendoido. -È doída
Mais viva menos morte
Febre que prosta na idéia
não ferve no mercúrio
Chamo pelo neve nome,
Que por aqui deixo braço, perna, músculo interno.
E fazer da febre amar-ela
o convite à Dani; e lá,
a fé breve
minha eterna.
tato
-2006-

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